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Editora e Livraria Montfort

Roda dos tempos - 2006

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Roda dos tempos - 2006

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Descrição Rápida

”Todas as coisas têm seu tempo, e todas elas passam debaixo do céu, segundo o que cada uma foi prescrito. Há tempo de nascer, e tempo de morrer. Há tempo de plantar, e tempo de arrancar o que plantou. Há tempo de matar, e tempo de sarar. Há tempo de destruir, e tempo de edificar. Há tempo de chorar, e tempo de rir. Há tempo de se afligir, e tempo de saltar de gosto. Há tempo de espalhar pedras, e tempo de as ajuntar. Há tempo de dar abraços, e tempo de se por longe deles. Há tempo de adquirir , e tempo de perder. Há tempo de guardar, e tempo de lançar fora. Há tempo de rasgar e tempo de coser. Há tempo de calar, e tempo de falar. Há tempo de amor e tempo do ódio. Há tempo de guerra, e tempo de paz (Ecle. 3, 1-9). Também na música se reflete a contínua mobilidade dessa roda dos tempos, que não para nunca. Há canções para a glória e para a derrota, para a alegria e para a tristeza. Canções para a morte e canções para a vida. E essa verdade musical, belo reflexo da volubilidade da vida humana, que este trabalho quer refletir. Baseados na tradicional tripartição dos Mistérios do Rosário, o Flammula Chorus e o Flammula Musici apresentam, na primeira parte, uma seleção de obras que cantam a alegria e o júbilo; na segunda, canções que choram as dores e os perigos da vida e, por fim, na terceira, o gozo e a glória da vitória final.”


”Todas as coisas têm seu tempo, e todas elas passam debaixo do céu, segundo o que cada uma foi prescrito. Há tempo de nascer, e tempo de morrer. Há tempo de plantar, e tempo de arrancar o que plantou. Há tempo de matar, e tempo de sarar. Há tempo de destruir, e tempo de edificar. Há tempo de chorar, e tempo de rir. Há tempo de se afligir, e tempo de saltar de gosto. Há tempo de espalhar pedras, e tempo de as ajuntar. Há tempo de dar abraços, e tempo de se por longe deles. Há tempo de adquirir , e tempo de perder. Há tempo de guardar, e tempo de lançar fora. Há tempo de rasgar e tempo de coser. Há tempo de calar, e tempo de falar. Há tempo de amor e tempo do ódio. Há tempo de guerra, e tempo de paz (Ecle. 3, 1-9). Também na música se reflete a contínua mobilidade dessa roda dos tempos, que não para nunca. Há canções para a glória e para a derrota, para a alegria e para a tristeza. Canções para a morte e canções para a vida. E essa verdade musical, belo reflexo da volubilidade da vida humana, que este trabalho quer refletir. Baseados na tradicional tripartição dos Mistérios do Rosário, o Flammula Chorus e o Flammula Musici apresentam, na primeira parte, uma seleção de obras que cantam a alegria e o júbilo; na segunda, canções que choram as dores e os perigos da vida e, por fim, na terceira, o gozo e a glória da vitória final.”
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